AmilGZ Escreveu:
A respeito do nacionalismo de esquerdas... tudo é relativo. O nacionalismo propugna como fim último a consideraçom da Galiza como naçom a todos os níveis. Os comunistas nom rejeitamos a existência de naçons, nem muitíssimo menos, queremos umha Galiza livre e comunista para nos relacionar com os demais povos do mundo como galegos.
Dizes que consideram a Galiza como naçom a todos os níveis, e então o nível étnico? Ah pois é, já fica a faltar aí um nível, portanto nom defendem a todos os níveis. Antes pelo contrário, desprezam o nível étnico (que é o mais importante) e querem que este desapareça, deixe de existir.
Bem e uma Naçom tem obrigatoriamente de ter um povo nativo próprio e defendê-lo. Brasil, Estados Unidos da América e Canadá nom som Naçons, som apenas países. Portanto se aplicarmos os correctos nomes, tu e os nacionalistas de esquerda nom consideram a Galiza como naçom. Consideram-na como país independente, o que é diferente.
AmilGZ Escreveu:
aberta a imigrantes sempre que se adaptarem à nossa singularidade.
Pois, aberta a imigrantes, para com o tempo a nossa etnia Galaica desaparecer e os futuros habitantes ficarem iguais ao típico povo Brasileiro.
Epa, se és contra a preservação da etnia Galaica, vai para o Brasil, para os Estados Unidos da América ou para o Canada e vive nesses países mistura.
No Brasil até falam uma espécie de Galego, portanto até podes falar a tua língua por lá. Como nom defendes a etnia, então o Brasil é perfeito para ti. Lá podes acolher imigrantes à vontade sem estares a interferir na destruiçom de povos nativos e será como estares a viver no resultado de uma Galiza com séculos de miscigenaçom, que implica obviamente alteraçom de idioma, cultura e outras cousas, portanto nem te podes queixar e que a cultura, tradiçons e outras cousas som diferentes. Portanto o Brasil é mesmo perfeitissimo para ti.
Vai para lá e aprende a respeitar os outros, a respeitar a natureza, a respeitar as Naçons que têm povos Nativos.
AmilGZ Escreveu:
Sim, certo, também é defender a nossa língua, cultura e tradiçons... o da herança genética já nom coincido.
Pois, a coisa mais importante já não concorda. Se a Galiza no futuro for habitada por mulatos, negros, asiáticos, misturados e nom houver um único nativo Galego (e nom vai haver mesmo porque é impossível continuarem a existir num país multiracial), então para ti é Galiza na mesma. Que ridículo.
Como disse, já tens um país com quase todas essas características que defendes. Fala Galego, esteve aberto à imigraçom durante anos e anos e por isso hoje tem um povo misturado, decerto também terá muitas tradiçons e cultura parecida, se nom tiver então deixa lá, foi o resultado da mistura que tu defendes. O País que falo é o Brasil. Força vai para lá e deixa a Galiza longe dos teus desejos genocidas.
AmilGZ Escreveu:
Na Galiza houvo, há e haverá sempre mistura de gentes de diversas procedências, que por outro lado é imprescindível no processo de selecçom natural (que busca sempre a maior variabilidade genética).
Uma cousa é selecçom natural, buscar os mais aptos de mesma raça. Podia-se ver bem isso antes de haver medicina, só os mais aptos, mais capazes e com melhor saúde conseguiam deixar descendentes. Portanto havia uma selecçom natural.
Outra cousa é andarmo-nos a misturar. Isso nom é selecçom natural, isso é matar uma etnia. É genocídio. Implica o desaparecimento da etnia em questão.
Fazendo analogia com uma raça de cavalos. Imaginemos a raça Garrana da Galécia. Se andas a misturar essa raça com outras raças "de diversas procedências", então deixará de ser Garrano e passará a ser mistura.
Já se escolheres os Garranos mais aptos e mais capazes para procriar com outros Garranos, aí sim, estarás a fazer uma selecçom natural, selecçom dos melhores.
Mistura de gentes de diversas precedências nom é imprescindível no processo de selecçom natural pois isso nom é selecçom natural. Como disse isso é acabar com uma etnia ou raça se preferires. É portanto genocídio.
AmilGZ Escreveu:
Na Galiza houvo, há e haverá sempre mistura de gentes de diversas procedências
Nom é assim tão linear. A etnia Galega pertence à família Racial Europeia. Teve algumas misturas de povos europeus, como os Germânicos Suevos, alguns Romanos e outros povos das proximidades. Portanto continuamos a ser etnicamente Europeus pois essas misturas que falei eram da família Racial Europeia. Tivemos alguma mistura moura do tempo da invasom muçulmana e depois por via das misturas com outros povos ibéricos que têm bastante mistura moura (Lusos, Al-Gharbios, Andaluzes e por ai adiante). Depois alguma ou muito pouca mistura fenícia, mongol, entre outras.
A maior parte das nossas misturas foram com povos Europeus, pertencentes à família Racial Europeia. As outras misturas em menor número foram com povos caucasianos e brancos, "próximos" dos Europeus.
Já Africanos, Amerindios e muitos outros são bastante distantes geneticamente e são uma ameaça muito mais grave à nossa identidade genética.
Podemos considerar que tivemos poucas misturas, e por isso ainda hoje somos de etnia Galega. Agora se continuarmos a misturar-nos como tu desejas, deixaremos de ser Galegos, isso é certo.
Essas misturas do passado nom deviam ter acontecido, mas aconteceram e já nom podemos fazer nada. Como foram poucas, actualmente ainda continuamos a ser etnicamente Galegos. Vamos é agora tentar evitar as misturas no futuro para continuarmos a ser o que somos, para que nom deixemos de ser Galegos. Para que nom sejamos extintos
Se tudo continuar como está, esta imigraçom massiva de nom-europeus e mesmo de europeus (Lusos, AlGharbios, Andaluzes, Castelhanos, Gregos, Italianos, Eslavos, etc) e consequente mistura com eles, então é certo que nom haverá Galegos dentro de poucas geraçons.
Como deves ter alguma dificuldade em entender, eu explico-te de outra maneira. Se o cavalo Garrano tem algumas misturas de outras raças de cavalos e essas misturas são poucas, então ainda podemos considerar que o cavalo é Garrano. A maior parte da sua genética é Garrana e poucas misturas tem. Se ainda é Garrano, se 90% dos seus genes são Garranos, porque é que vamos mistura-lo para que ele deixe de ser Garrano e perca ainda mais a sua identidade? Vamos é preservar o que resta dele, fazer com que ele continue a existir no futuro. Nom vamos agora andar a misturá-lo com outras raças para que ele deixe de existir. Vamos parar com as misturas para estabilizar a raça, para que ela nom vá morrendo aos poucos, geraçom após geraçom com mais misturas, para que ela nom se perca num futuro próximo ou distante.
AmilGZ Escreveu:
E se, por exemplo, a minha mai fosse marroquina, nom seria eu igual de galego se me crio na Galiza, mantenho os seus costumes, falo a sua língua e defendo a cultura?
Se a tua mãe fosse marroquina, etnicamente eras metade Galego metade Marroquino. Em primeiro lugar temos de defender a natureza, defender a etnia Galega e logo nom deverias estar na Galiza. Deverias estar num país mistura como Brasil, Canada ou Estados Unidos da América.
É assim que as cousas devem ser para respeitarmos a natureza e os outros. A nossa liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros. Eu também nom posso andar a construir casas e fábricas onde quero, por exemplo em florestas ou paisagens protegidas. Antigamente isso nom era aceite na sociedade, hoje já há maior respeito e é aceite. O mesmo deve começar a acontecer com a preservaçom das etnias europeias. Deve haver leis para que se protejam. Se vivêssemos num mundo correcto todos concordariam e compreenderiam isso e todos concordariam que uma pessoa metade Galega, metade Marroquina, nom poderia deixar descendentes na Galiza para bem da natureza.
AmilGZ Escreveu:
Mai marroquina, pai galego, nascido na Galiza... que atentado contra a naçom comete?
Comete o maior atentado que é possível contra uma naçom. A contribuiçom para que a sua etnia fique mais misturada e perca mais um pouco da sua identidade.
AmilGZ Escreveu:
Ok, ok, é que a simples vista vim que todos tinham tendência direitista e vim a várias pessoas a falar de nazionalsocialismo... e metim a todos num mesmo saco.
Pois, vocês metem todos no mesmo saco, o que revela bem a vossa inteligência.
Para vocês, se alguém é anti-imigraçom ou defende a preservaçom de etnias, então é logo nazi. Já havia defensores de preservaçom étnica muito antes do nazismo existir (aliás é um instinto natural que sempre esteve presente no ser humano, desde a idade da pedra, idade média, etc) mas para vocês é tudo nazismo, é tudo holocaustos, é tudo matar pessoas por matar, é tudo ódio, etc.
O defender a preservaçom da natureza, principalmente a preservaçom de uma etnia nom tem nada a ver com direita nem esquerda. É algo além disso, é algo superior a isso e que todas as ideologias politicas devem defender pois é o correcto. Defender a destruiçom, extinçom de uma etnia é o errado. Nom há mas, nem meio mas, é uma verdade absoluta.
Breogan Escreveu:
Por certo, se non ves a necesidade de preserva-lo sangue galego, por qué si a súa lingua e cultura?
Pois Bregoan. O que defendem é mesmo ridículo.
Mas enfim, foram formatados pela sociedade para defender o aberrante e o ridículo sem se darem conta. Se a propaganda tivesse o mesmo comportamento em relação à língua, é certo que veríamos este menino a defender o Inglês como língua universal e a nom concordar com a preservaçom da língua Galega. Nem iria ver nenhuma utilidade nela, diria que o Inglês é mais útil.
A esmagadora maioria do ser humano é assim mesmo. Defende o que está instituído na sociedade, bem ou mal. Hoje todos defendem a preservaçom de espécies e raças de animais (à excepçom das etnias europeias) e mesmo aquelas espécies insignificantes, que nunca ninguém viu, nem interferem quase nada na cadeia alimentar. Antigamente era ao contrário, ninguém se importava e nom concordavam em preservar. Tinham o mesmo comportamento que têm actualmente em relaçom às etnias Europeias.
Cheguei a ver um documentário que falava da extinçom de uma raça de cangurus chamado “Lobo Marsupial” e para meu espanto há uns 100 ou 200 anos, ninguém se importava em preservar esses ou outros animais. Diziam o mesmo que estes descerebrados dizem hoje em dia, “é a evolução, se tiver de desaparecer que desapareça, é o processo de selecção natural”, ou “para que serve continuar a existir isto”,enfim essas tretas ridículas. Quantas pessoas na altura defendiam a preservaçom do lobo marsupial? Cerca de 2 pessoas, uma delas cientista e era gozado por toda a comunidade cientifica e nom cientifica pois nom viam nenhuma utilidade em preservar o Lobo Marsupial.
Hoje já todos se comportam de maneira diferente. É ridículo como o ser humano é tão manipulado e influenciado pelo que está instituído, mesmo que o instituído esteja errado. A esmagadora maior parte do ser humano nom tem capacidade para avaliar e fazer uma análise das coisas e assim defender o correcto.
Antigamente diziam que nom devíamos preservar os animais e todos concordavam. Hoje dizem que devemos preservar os animais e todos concordam, até um insecto insignificante que nunca viram.
Hoje dizem que nom devemos preservar as etnias europeias, que estas devem desaparecer e também todos concordam. E o problema é que nom dão espaço para se defender o contrário, pois é considerado criminoso defender a preservaçom. Era como no tempo do Cristianismo em que também era criminoso quem nom fosse cristão e quem protestasse contra o cristianismo. E como sabemos quando nom dão espaço para se ser contra, então poucos são os do contra.
E como sabemos, se a era do multiculturalismo durar tanto tempo como o Cristianismo, bem podemos dizer adeus às várias etnias europeias.
AmilGZ Escreveu:
E desde esta nossa Galiza, poderemos oferecer o nosso apoio ao resto de naçons para formarmos um mundo comunista.
Esta é uma pérola, é de rir.
Para formarmos um mundo comunista hehe como se isso fosse o Santo Graal, como se isso fosse o remédio para acabar com todos os problemas que há no mundo.
O objectivo final é termos um planeta comunista e viveremos todos felizes hehe.
Aconselho-te rapidamente umas viagens à Coreia do Norte e a Cuba. Mas talvez já estejas tão cego e manipulado que mesmo que só vejas pobreza e miséria por lá continuarás a defender o que defendes.
E depois aconselhava-te umas viagens aos países Germânicos (especialmente Islândia, Noruega, Suécia, Dinamarca ou até Alemanha), que nom são comunistas e oferecem uma qualidade de vida melhor do que qualquer país comunista já ofereceu.
E se começares a ver a realidade como ela é, verás que para se ter um país saudável, bem economicamente, com boa qualidade de vida, etc a raça conta muito. Nom é ao acaso que os países com maior qualidade de vida som os países de etnia Germânica, seguido de Japoneses e outros países Europeus.