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 Assunto da Mensagem: Nacionalismo galego de esquerdas? / Separatismo asturiano
Nova MensagemEnviado: 13 Jul 2006, 02:11 
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Desejaria plantejar o que para mim som umhas questons importantes cara o futuro da evoluiçom do nacionalismo na Gallaecia, e mais concretamente na actual Galiza administrativa.

Pode existir um nacionalismo de esquerdas hoje na Galiza?
Qual seria a relaçom para com eles do nacionalismo de raigame (isto é, o que se baseia nas origens e características centrais do nosso povo) ?

Como afrontar o separatismo asturiano? Qual seria a política lingüística para os territórios do leste numha Gallaecia reunificada? E a sul? Podem separar-se os territórios galaicos e lusitanos do actual estado de Portugal? Na minha opiniom, de ser assim o limite nom poderia ficar no Douro, posto que a cidade de Gaia (além Porto) era galaica (seica Gaia=Calem). Contudo, as relaçons entre os celtas galaicos e os lusitanos nom haveriam ser más, como dizque aconteceu no passado.


Aproveito esta mensagem para me apresentar aos meus irmaos e irmás que compartem o privilégio de possuir este velho e vivo sangue atlântico.

VIVA GALIZA CEIVE.

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Nova MensagemEnviado: 13 Jul 2006, 03:13 
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Bem vindo Vimaro, respondendo às tuas questões:

Vimaro Escreveu:
Pode existir um nacionalismo de esquerdas hoje na Galiza?

Eu não estou muito dentro desse assunto, mas o que eu me apercebi é que muita gente acha mal e foge da independência da Galiza por ela ser defendida pela extrema esquerda.
Penso que se houvessem partidos mais moderados a defender a Galiza, a % de independentistas poderia subir.

Vimaro Escreveu:
Qual seria a política lingüística para os territórios do leste numha Gallaecia reunificada?

Também já me perguntei várias vezes sobre isso e não sei.
E o problema não é so no leste, mas também quanto à Galiza e à Gallaecia Bracarense, ambas têm variações na lingua.
Por exemplo nas ecolas e coisas oficiais que lingua iriam usar? Será que usavam uma lingua na Galiza e outra na Gallaecia Bracarense? Será que usavam só uma? E qual?
Talvez o mais correcto fosse usar o Galaico, mas muitos Galaicos Bracarenses não iam gostar da ideia. Eles querem é falar e escrever a lingua que falam agora, penso que não iam gostar muito das mudanças linguisticas impostas.

Vimaro Escreveu:
E a sul? Podem separar-se os territórios galaicos e lusitanos do actual estado de Portugal?

Se podem? Poder podem só que vai ser muito dificil, Portugal não quer nem ira deixar, mas nós temos de tentar, temos de lutar pelo que está certo.
Pode separar-se a Galiza da Espanha? Poder pode, mas também é muito dificil. Tudo é possivel caso haja bom trabalho e uma boa estratégia. Olha para a Bélgica. Podia a Bélgica ser dividida? Claro que podia e devia. Era dificil? Sim era tão dificil como cá, mas eles agora estão muito perto da independência. Porquê? Porque trabalharam muito bem e rápido para isso. Em poucos anos conseguiram estar à beira da independência, agora é uma questão de pouquissimos anos pois o partido que defende a separação já tem maioria segundo o que ouvi.

Vimaro Escreveu:
Na minha opiniom, de ser assim o limite nom poderia ficar no Douro, posto que a cidade de Gaia (além Porto) era galaica (seica Gaia=Calem).

Pois, ha muitas opiniões quanto às fronteiras da Gallaecia tanto a Sul como a Leste.
Quanto à fronteira a Sul, uns só querem até ao Douro, outros querem mais além até ao rio Vouga e outros até ao rio Mondego.
Eu penso que tens razão no que dizes, a fronteira não devia ficar no Douro. É verdade que Gaia esta muito ligada ao Porto e penso que o povo de Gaia tem sangue Galaico, sendo assim não se devia separar do Porto e da Gallaecia.
Penso que até ao rio Mondego as pessoas têm sangue Galaico.
Mas para esse assunto das fronteiras aconselho-te a ler o tópico "Onde deveriam ser as fronteiras da Gallaecia?" http://www.forum-gallaecia.net/viewtopic.php?t=35


Vimaro Escreveu:
Contudo, as relaçons entre os celtas galaicos e os lusitanos nom haveriam ser más, como dizque aconteceu no passado.

As relações não devem ser más, mas não devemos ter muitas relações com eles. Devemos evitar e afastar-nos o mais possivel do contacto com os Lusitanos.
Devemo-nos é virar para os nossos países irmãos, os países Celtas e ter relações mais estreitas com eles. Ou para os países Germânicos :)
O que mais estou farto é de Lusitanos, na minha opinião são um povo burro a todos os níveis. Quero é distância deles. E só prejudicaram a Gallaecia Bracarense e não nos querem dar independência.


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Nova MensagemEnviado: 13 Jul 2006, 10:46 
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Pode existir um nacionalismo de esquerdas hoje na Galiza?

Se se entender por nacionalismo a defesa de que um agrupamento ou conjunto de individuos formam umha naçom, ou que naçom é um conjunto de indivíduos unidos pola consciênscia nacional, entom é possível mas contraditório com o resto do pensamento esquerdista, já que eles focam a sua análise nos interesses de clase e polo tanto terminam sendo internacionalistas. Num mundo "comunista" eles nom seriam nacionalistas, ante as hipóteses de umha Gallaecia idependente ou umha Europa socialista eles escolheriam esta última.
Na Galiza o "nacionalismo de esquerdas" liga-se na sua genese ideológica com os que foram chamados "movimentos de liberaçom nacional" das antigas colonias que posuiam os paises europeus na Africa e Asia. O exemplo paradigmal para eles foi Vietnam, já que ai juntaran-se a luita contra a metrópole ( França), com a luita contra o capitalismo ( Estados Unidos), e tudo guiado pelos comunistas ( Vietcom). Mas após a queda do bloco de paises comunistas todas as esquerdas perderam força ideológica, e tambem os "nacionalistas galegos de esquerdas" ficaram sem saber muito bem o que se estava a passar nem poe onde podiam seguer a caminhar. Hoje por hoje o seu ideario é um conjunto de arcaicas doutrinas marxistas mais ou menos revisadas, um socialismo "suave" e pensamentos politicamente correctos( multicultualismo, apoio ó movimento gay, etc). O mesmo que qualquer outros partidos de esquerdas de toda Europa.

Qual seria a relaçom para com eles do nacionalismo de raigame (isto é, o que se baseia nas origens e características centrais do nosso povo) ?

Eu creio que numha primeira etapa ao nacionalismo de raigame lhe interessa umha boa relaçom ( cooperaçom) com eles na Galiza. Se queremos que o nosso povo desperte precisamos de voces que digam que somos umha naçom, e tambem temos um inimigo comum que é o Estado espanhol, e contra este inimigo todas as ajudas som poucas.
Outro ponto importante é que muitos patriotas galegos estram nos grupos "nacionalistas de esquerdas" porque nom atoparam umha alternativa diferente. Tambem acho que muitos dos esquerdista já repararam nas contradiçons do "nacionalismo de esquerdas" mas ficam como votantes dos partidos nacionalistas de esquerdas porque é a única alternativa que têm.

Como afrontar o separatismo asturiano?

Os separatismos asturiano e leones som um grande problema. E tambem o é a falta de consciència nacional no nosso povo, tanto ao Norte do Minho como ao Sul do Minho. Eu penso que os primeiros pasos do caminho devem-se dar na Gallaecia Bracarense e Lucense, e quando o verdadeiro nacionalismo galaico seja forte nestes territorios acho que já teriamos mais consciencias despertas na Asturicense. Até que esses tempos sejam chegados temos que manter o debate ideológico e histórico contra esses separatistas.

Qual seria a política lingüística para os territórios do leste numha Gallaecia reunificada?

Na minha opiniom o astur-leones-mirandes é umha lingua galaica, por tanto faz parte da nossa cultura. Nom foi umha lingua vinda de fóra senom que nasceu dentro da Gallaecia, por tanto acho que teria de ser umha lingua oficial junto com o "galego-portugues" em toda a Gallaecia.

Esta é a minha opiniom.


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Nova MensagemEnviado: 15 Jan 2008, 20:38 
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A respeito do nacionalismo de esquerdas... tudo é relativo. O nacionalismo propugna como fim último a consideraçom da Galiza como naçom a todos os níveis. Os comunistas nom rejeitamos a existência de naçons, nem muitíssimo menos, queremos umha Galiza livre e comunista para nos relacionar com os demais povos do mundo como galegos.

Ainda assim, acho que o nacionalismo ficou curto. Devemos pular por um independentismo galego, primeiramente de umha parte da Galiza histórica, a correspondente à CAG e mais o Berzo, Eu-Návia, Seavra e os territórios orientais que forem auto-considerados como galegos. Esta nova Galiza liberada seria livre, igualitária, comunista, sem distinçons de classe e aberta a imigrantes sempre que se adaptarem à nossa singularidade.

Mais tarde, porque nom?, podem unir-se outros territórios do sul se assim o desejarem. E desde esta nossa Galiza, poderemos oferecer o nosso apoio ao resto de naçons para formarmos um mundo comunista. Por isso todo, entre outras cousas, considero-me da Esquerda Independentista (nom da Nacionalista).

Sem acritude para os Nazis deste fórum (a simples vista, maioria).


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Nova MensagemEnviado: 16 Jan 2008, 00:20 
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AmilGZ Escreveu:
A respeito do nacionalismo de esquerdas... tudo é relativo. O nacionalismo propugna como fim último a consideraçom da Galiza como naçom a todos os níveis. Os comunistas nom rejeitamos a existência de naçons, nem muitíssimo menos, queremos umha Galiza livre e comunista para nos relacionar com os demais povos do mundo como galegos.

O nacionalismo nom so propugna a Galiza como naçom a todos os níveis, se nom que também defende a herança, todo o que é próprio da nossa naçom por a herança dos nosso ancestrais: a língua, a cultura, as tradiçons e a herança genética da naçom.

Citar:
Ainda assim, acho que o nacionalismo ficou curto. Devemos pular por um independentismo galego, primeiramente de umha parte da Galiza histórica, a correspondente à CAG e mais o Berzo, Eu-Návia, Seavra e os territórios orientais que forem auto-considerados como galegos. Esta nova Galiza liberada seria livre, igualitária, comunista, sem distinçons de classe e aberta a imigrantes sempre que se adaptarem à nossa singularidade.

Aberta a imigrantes sempre que se adaptassem a nossa singularidade? Mais que singularidade é issa? O comunismo é umha ideologia propriamente galega?

Nom, o comunismo é umha ideologia estrangeira, alheia a idiossincrasia galega se começamos por aqui, isso de: "sempre que se adaptassem" já se desmonta por si mesmo.

Citar:
Mais tarde, porque nom?, podem unir-se outros territórios do sul se assim o desejarem. E desde esta nossa Galiza, poderemos oferecer o nosso apoio ao resto de naçons para formarmos um mundo comunista. Por isso todo, entre outras cousas, considero-me da Esquerda Independentista (nom da Nacionalista).

Sempre pensei que luitar pola independência polo meeiro feito de luitar pola independência era um sem sentido. Entom por que nom luitar pola independência de Ponte-Vedra?

A independência so pode (so deve) ser o resultado de umha boa política nacionalista.

Citar:
Sem acritude para os Nazis deste fórum (a simples vista, maioria).

Há umhos quantos nazis, mais daras-te de conta nas próximas semanas que nom somos a maioria, aqui toparas nazis, liberais de centro direita, tradicionalistas...

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Nova MensagemEnviado: 16 Jan 2008, 07:40 
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Lupo_Galaico Escreveu:
O nacionalismo nom so propugna a Galiza como naçom a todos os níveis, se nom que também defende a herança, todo o que é próprio da nossa naçom por a herança dos nosso ancestrais: a língua, a cultura, as tradiçons e a herança genética da naçom


Sim, certo, também é defender a nossa língua, cultura e tradiçons... o da herança genética já nom coincido. Na Galiza houvo, há e haverá sempre mistura de gentes de diversas procedências, que por outro lado é imprescindível no processo de selecçom natural (que busca sempre a maior variabilidade genética). E se, por exemplo, a minha mai fosse marroquina, nom seria eu igual de galego se me crio na Galiza, mantenho os seus costumes, falo a sua língua e defendo a cultura?
[quote""Lupo_Galaico"]
Há umhos quantos nazis, mais daras-te de conta nas próximas semanas que nom somos a maioria, aqui toparas nazis, liberais de centro direita, tradicionalistas...[/quote]

Ok, ok, é que a simples vista vim que todos tinham tendência direitista e vim a várias pessoas a falar de nazionalsocialismo... e metim a todos num mesmo saco.


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Nova MensagemEnviado: 16 Jan 2008, 09:08 
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Efectivamente, non todos aquí somos nacionalsocialistas.

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Nova MensagemEnviado: 16 Jan 2008, 15:11 
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AmilGZ Escreveu:
... E se, por exemplo, a minha mai fosse marroquina, nom seria eu igual de galego se me crio na Galiza, mantenho os seus costumes, falo a sua língua e defendo a cultura?


Por moito galego que falases seguirias a ser un marroquino; e pouca cultura poderia defender alguén que constitúe unha ameaza para esa mesma cultura.
Por certo, se non ves a necesidade de preserva-lo sangue galego, por qué si a súa lingua e cultura?

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Nova MensagemEnviado: 16 Jan 2008, 17:58 
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Mai marroquina, pai galego, nascido na Galiza... que atentado contra a naçom comete?

Defendo a língua e cultura galegas como máxima expresom do povo galego, o tema étnico-racial é secundário ao meu parecer, pois para mim é mais galego um filho de marroquina que fale galego e comparta a nossa cultura que um "pura raça" que fale castelhano e vaia às touradas. Ser galego é um sentimento, nom um gene.


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Nova MensagemEnviado: 16 Jan 2008, 23:54 
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Esta gente nom terá milheiros de foros para ir falar das suas ideias anti-nacionais? Vamos consentir que venham aqui também com o seu veleno?


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Nova MensagemEnviado: 17 Jan 2008, 05:13 
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AmilGZ Escreveu:
A respeito do nacionalismo de esquerdas... tudo é relativo. O nacionalismo propugna como fim último a consideraçom da Galiza como naçom a todos os níveis. Os comunistas nom rejeitamos a existência de naçons, nem muitíssimo menos, queremos umha Galiza livre e comunista para nos relacionar com os demais povos do mundo como galegos.


Dizes que consideram a Galiza como naçom a todos os níveis, e então o nível étnico? Ah pois é, já fica a faltar aí um nível, portanto nom defendem a todos os níveis. Antes pelo contrário, desprezam o nível étnico (que é o mais importante) e querem que este desapareça, deixe de existir.
Bem e uma Naçom tem obrigatoriamente de ter um povo nativo próprio e defendê-lo. Brasil, Estados Unidos da América e Canadá nom som Naçons, som apenas países. Portanto se aplicarmos os correctos nomes, tu e os nacionalistas de esquerda nom consideram a Galiza como naçom. Consideram-na como país independente, o que é diferente.


AmilGZ Escreveu:
aberta a imigrantes sempre que se adaptarem à nossa singularidade.


Pois, aberta a imigrantes, para com o tempo a nossa etnia Galaica desaparecer e os futuros habitantes ficarem iguais ao típico povo Brasileiro.
Epa, se és contra a preservação da etnia Galaica, vai para o Brasil, para os Estados Unidos da América ou para o Canada e vive nesses países mistura.
No Brasil até falam uma espécie de Galego, portanto até podes falar a tua língua por lá. Como nom defendes a etnia, então o Brasil é perfeito para ti. Lá podes acolher imigrantes à vontade sem estares a interferir na destruiçom de povos nativos e será como estares a viver no resultado de uma Galiza com séculos de miscigenaçom, que implica obviamente alteraçom de idioma, cultura e outras cousas, portanto nem te podes queixar e que a cultura, tradiçons e outras cousas som diferentes. Portanto o Brasil é mesmo perfeitissimo para ti.
Vai para lá e aprende a respeitar os outros, a respeitar a natureza, a respeitar as Naçons que têm povos Nativos.


AmilGZ Escreveu:
Sim, certo, também é defender a nossa língua, cultura e tradiçons... o da herança genética já nom coincido.


Pois, a coisa mais importante já não concorda. Se a Galiza no futuro for habitada por mulatos, negros, asiáticos, misturados e nom houver um único nativo Galego (e nom vai haver mesmo porque é impossível continuarem a existir num país multiracial), então para ti é Galiza na mesma. Que ridículo.
Como disse, já tens um país com quase todas essas características que defendes. Fala Galego, esteve aberto à imigraçom durante anos e anos e por isso hoje tem um povo misturado, decerto também terá muitas tradiçons e cultura parecida, se nom tiver então deixa lá, foi o resultado da mistura que tu defendes. O País que falo é o Brasil. Força vai para lá e deixa a Galiza longe dos teus desejos genocidas.


AmilGZ Escreveu:
Na Galiza houvo, há e haverá sempre mistura de gentes de diversas procedências, que por outro lado é imprescindível no processo de selecçom natural (que busca sempre a maior variabilidade genética).


Uma cousa é selecçom natural, buscar os mais aptos de mesma raça. Podia-se ver bem isso antes de haver medicina, só os mais aptos, mais capazes e com melhor saúde conseguiam deixar descendentes. Portanto havia uma selecçom natural.
Outra cousa é andarmo-nos a misturar. Isso nom é selecçom natural, isso é matar uma etnia. É genocídio. Implica o desaparecimento da etnia em questão.
Fazendo analogia com uma raça de cavalos. Imaginemos a raça Garrana da Galécia. Se andas a misturar essa raça com outras raças "de diversas procedências", então deixará de ser Garrano e passará a ser mistura.
Já se escolheres os Garranos mais aptos e mais capazes para procriar com outros Garranos, aí sim, estarás a fazer uma selecçom natural, selecçom dos melhores.
Mistura de gentes de diversas precedências nom é imprescindível no processo de selecçom natural pois isso nom é selecçom natural. Como disse isso é acabar com uma etnia ou raça se preferires. É portanto genocídio.



AmilGZ Escreveu:
Na Galiza houvo, há e haverá sempre mistura de gentes de diversas procedências


Nom é assim tão linear. A etnia Galega pertence à família Racial Europeia. Teve algumas misturas de povos europeus, como os Germânicos Suevos, alguns Romanos e outros povos das proximidades. Portanto continuamos a ser etnicamente Europeus pois essas misturas que falei eram da família Racial Europeia. Tivemos alguma mistura moura do tempo da invasom muçulmana e depois por via das misturas com outros povos ibéricos que têm bastante mistura moura (Lusos, Al-Gharbios, Andaluzes e por ai adiante). Depois alguma ou muito pouca mistura fenícia, mongol, entre outras.
A maior parte das nossas misturas foram com povos Europeus, pertencentes à família Racial Europeia. As outras misturas em menor número foram com povos caucasianos e brancos, "próximos" dos Europeus.
Já Africanos, Amerindios e muitos outros são bastante distantes geneticamente e são uma ameaça muito mais grave à nossa identidade genética.
Podemos considerar que tivemos poucas misturas, e por isso ainda hoje somos de etnia Galega. Agora se continuarmos a misturar-nos como tu desejas, deixaremos de ser Galegos, isso é certo.
Essas misturas do passado nom deviam ter acontecido, mas aconteceram e já nom podemos fazer nada. Como foram poucas, actualmente ainda continuamos a ser etnicamente Galegos. Vamos é agora tentar evitar as misturas no futuro para continuarmos a ser o que somos, para que nom deixemos de ser Galegos. Para que nom sejamos extintos
Se tudo continuar como está, esta imigraçom massiva de nom-europeus e mesmo de europeus (Lusos, AlGharbios, Andaluzes, Castelhanos, Gregos, Italianos, Eslavos, etc) e consequente mistura com eles, então é certo que nom haverá Galegos dentro de poucas geraçons.

Como deves ter alguma dificuldade em entender, eu explico-te de outra maneira. Se o cavalo Garrano tem algumas misturas de outras raças de cavalos e essas misturas são poucas, então ainda podemos considerar que o cavalo é Garrano. A maior parte da sua genética é Garrana e poucas misturas tem. Se ainda é Garrano, se 90% dos seus genes são Garranos, porque é que vamos mistura-lo para que ele deixe de ser Garrano e perca ainda mais a sua identidade? Vamos é preservar o que resta dele, fazer com que ele continue a existir no futuro. Nom vamos agora andar a misturá-lo com outras raças para que ele deixe de existir. Vamos parar com as misturas para estabilizar a raça, para que ela nom vá morrendo aos poucos, geraçom após geraçom com mais misturas, para que ela nom se perca num futuro próximo ou distante.


AmilGZ Escreveu:
E se, por exemplo, a minha mai fosse marroquina, nom seria eu igual de galego se me crio na Galiza, mantenho os seus costumes, falo a sua língua e defendo a cultura?


Se a tua mãe fosse marroquina, etnicamente eras metade Galego metade Marroquino. Em primeiro lugar temos de defender a natureza, defender a etnia Galega e logo nom deverias estar na Galiza. Deverias estar num país mistura como Brasil, Canada ou Estados Unidos da América.
É assim que as cousas devem ser para respeitarmos a natureza e os outros. A nossa liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros. Eu também nom posso andar a construir casas e fábricas onde quero, por exemplo em florestas ou paisagens protegidas. Antigamente isso nom era aceite na sociedade, hoje já há maior respeito e é aceite. O mesmo deve começar a acontecer com a preservaçom das etnias europeias. Deve haver leis para que se protejam. Se vivêssemos num mundo correcto todos concordariam e compreenderiam isso e todos concordariam que uma pessoa metade Galega, metade Marroquina, nom poderia deixar descendentes na Galiza para bem da natureza.


AmilGZ Escreveu:
Mai marroquina, pai galego, nascido na Galiza... que atentado contra a naçom comete?


Comete o maior atentado que é possível contra uma naçom. A contribuiçom para que a sua etnia fique mais misturada e perca mais um pouco da sua identidade.


AmilGZ Escreveu:
Ok, ok, é que a simples vista vim que todos tinham tendência direitista e vim a várias pessoas a falar de nazionalsocialismo... e metim a todos num mesmo saco.


Pois, vocês metem todos no mesmo saco, o que revela bem a vossa inteligência.
Para vocês, se alguém é anti-imigraçom ou defende a preservaçom de etnias, então é logo nazi. Já havia defensores de preservaçom étnica muito antes do nazismo existir (aliás é um instinto natural que sempre esteve presente no ser humano, desde a idade da pedra, idade média, etc) mas para vocês é tudo nazismo, é tudo holocaustos, é tudo matar pessoas por matar, é tudo ódio, etc.
O defender a preservaçom da natureza, principalmente a preservaçom de uma etnia nom tem nada a ver com direita nem esquerda. É algo além disso, é algo superior a isso e que todas as ideologias politicas devem defender pois é o correcto. Defender a destruiçom, extinçom de uma etnia é o errado. Nom há mas, nem meio mas, é uma verdade absoluta.


Breogan Escreveu:
Por certo, se non ves a necesidade de preserva-lo sangue galego, por qué si a súa lingua e cultura?


Pois Bregoan. O que defendem é mesmo ridículo.
Mas enfim, foram formatados pela sociedade para defender o aberrante e o ridículo sem se darem conta. Se a propaganda tivesse o mesmo comportamento em relação à língua, é certo que veríamos este menino a defender o Inglês como língua universal e a nom concordar com a preservaçom da língua Galega. Nem iria ver nenhuma utilidade nela, diria que o Inglês é mais útil.
A esmagadora maioria do ser humano é assim mesmo. Defende o que está instituído na sociedade, bem ou mal. Hoje todos defendem a preservaçom de espécies e raças de animais (à excepçom das etnias europeias) e mesmo aquelas espécies insignificantes, que nunca ninguém viu, nem interferem quase nada na cadeia alimentar. Antigamente era ao contrário, ninguém se importava e nom concordavam em preservar. Tinham o mesmo comportamento que têm actualmente em relaçom às etnias Europeias.
Cheguei a ver um documentário que falava da extinçom de uma raça de cangurus chamado “Lobo Marsupial” e para meu espanto há uns 100 ou 200 anos, ninguém se importava em preservar esses ou outros animais. Diziam o mesmo que estes descerebrados dizem hoje em dia, “é a evolução, se tiver de desaparecer que desapareça, é o processo de selecção natural”, ou “para que serve continuar a existir isto”,enfim essas tretas ridículas. Quantas pessoas na altura defendiam a preservaçom do lobo marsupial? Cerca de 2 pessoas, uma delas cientista e era gozado por toda a comunidade cientifica e nom cientifica pois nom viam nenhuma utilidade em preservar o Lobo Marsupial.
Hoje já todos se comportam de maneira diferente. É ridículo como o ser humano é tão manipulado e influenciado pelo que está instituído, mesmo que o instituído esteja errado. A esmagadora maior parte do ser humano nom tem capacidade para avaliar e fazer uma análise das coisas e assim defender o correcto.
Antigamente diziam que nom devíamos preservar os animais e todos concordavam. Hoje dizem que devemos preservar os animais e todos concordam, até um insecto insignificante que nunca viram.
Hoje dizem que nom devemos preservar as etnias europeias, que estas devem desaparecer e também todos concordam. E o problema é que nom dão espaço para se defender o contrário, pois é considerado criminoso defender a preservaçom. Era como no tempo do Cristianismo em que também era criminoso quem nom fosse cristão e quem protestasse contra o cristianismo. E como sabemos quando nom dão espaço para se ser contra, então poucos são os do contra.
E como sabemos, se a era do multiculturalismo durar tanto tempo como o Cristianismo, bem podemos dizer adeus às várias etnias europeias.



AmilGZ Escreveu:
E desde esta nossa Galiza, poderemos oferecer o nosso apoio ao resto de naçons para formarmos um mundo comunista.


Esta é uma pérola, é de rir.
Para formarmos um mundo comunista hehe como se isso fosse o Santo Graal, como se isso fosse o remédio para acabar com todos os problemas que há no mundo.
O objectivo final é termos um planeta comunista e viveremos todos felizes hehe.
Aconselho-te rapidamente umas viagens à Coreia do Norte e a Cuba. Mas talvez já estejas tão cego e manipulado que mesmo que só vejas pobreza e miséria por lá continuarás a defender o que defendes.
E depois aconselhava-te umas viagens aos países Germânicos (especialmente Islândia, Noruega, Suécia, Dinamarca ou até Alemanha), que nom são comunistas e oferecem uma qualidade de vida melhor do que qualquer país comunista já ofereceu.
E se começares a ver a realidade como ela é, verás que para se ter um país saudável, bem economicamente, com boa qualidade de vida, etc a raça conta muito. Nom é ao acaso que os países com maior qualidade de vida som os países de etnia Germânica, seguido de Japoneses e outros países Europeus.

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Lógica:
- Devemos Preservar a Natureza
- As Etnias Europeias fazem parte da Natureza
Logo devemos Preservar as Etnias Europeias


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Nova MensagemEnviado: 17 Jan 2008, 06:10 
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Para min o exemplo que deixou Amil si que sería un exemplo de integración-asimilación. Por tanto para min si que sería galego. Ainda que hai que puntualizar, eses casos son excepcións, moi honrosas mas excepcións. Incapces de xusfiticar o actual proceso migratorio imperante na maior parte da UE.

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Nova MensagemEnviado: 17 Jan 2008, 10:24 
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AmilGZ Escreveu:
Mai marroquina, pai galego, nascido na Galiza... que atentado contra a naçom comete?


Contaminala.

Citar:
Defendo a língua e cultura galegas como máxima expresom do povo galego, o tema étnico-racial é secundário ao meu parecer,


Se o tema étnico-racial é secundário, entón ti o que es é un internacionalista, que non nacionalista. Amáis, de que a raza é quen fai a lingua e a cultura, non ao revés. Se mestizases ós galegos, ao final, a cultura sufriria este cámbio e seria outra cousa, olha un pouco á história para o comprobares. Ti non defende-lo nacionalismo senón o sectarismo do partido: "é galego quen pensa coma min inda que venha de marte". Cuspidinho ao que pasa en calquera partidinho.

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pois para mim é mais galego um filho de marroquina que fale galego e comparta a nossa cultura que um "pura raça" que fale castelhano e vaia às touradas. Ser galego é um sentimento, nom um gene.


Si, para ti, pero o que ti penses é irrelevante e falso por moi víctima que sexas do pensamento políticamente correcto; que vexo fixo das súas incluso nas mocidades comunistas. Inda que un galego non falase o seu idioma e tivese afeccións mesetárias, pois mira, unha mágoa, pero seguiria-o sendo por moito que nos disgustase a súa actitude.

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Nova MensagemEnviado: 17 Jan 2008, 10:57 
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Breogan Escreveu:
AmilGZ Escreveu:
Mai marroquina, pai galego, nascido na Galiza... que atentado contra a naçom comete?


Contaminala.

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Defendo a língua e cultura galegas como máxima expresom do povo galego, o tema étnico-racial é secundário ao meu parecer,


Se o tema étnico-racial é secundário, entón ti o que es é un internacionalista, que non nacionalista. Amáis, de que a raza é quen fai a lingua e a cultura, non ao revés. Se mestizases ós galegos, ao final, a cultura sufriria este cámbio e seria outra cousa, olha un pouco á história para o comprobares. Ti non defende-lo nacionalismo senón o sectarismo do partido: "é galego quen pensa coma min inda que venha de marte". Cuspidinho ao que pasa en calquera partidinho.

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pois para mim é mais galego um filho de marroquina que fale galego e comparta a nossa cultura que um "pura raça" que fale castelhano e vaia às touradas. Ser galego é um sentimento, nom um gene.


Si, para ti, pero o que ti penses é irrelevante e falso por moi víctima que sexas do pensamento políticamente correcto; que vexo fixo das súas incluso nas mocidades comunistas. Inda que un galego non falase o seu idioma e tivese afeccións mesetárias, pois mira, unha mágoa, pero seguiria-o sendo por moito que nos disgustase a súa actitude.


Concordo contigo camarada. Galaico nom se faz, se nom que se nasce... logo que seja um apátrida, comunista ou renegado etc... nom ter que ver com a nacionalidade.


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Nova MensagemEnviado: 17 Jan 2008, 18:36 
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Todo depende da concentración.

Un só inmigrante é un galego maís, e fai o seu aporte.

Mil inmigrantes non engaden nada mau, son algo necesario para a nosa sobrevivencia. Somos humáns.

Nembargantes, 10 millóns de inmigrantes en Galiza e xa non poderiamos falar de Galiza.

Como todo, cuestión de equilibrio.
Tambén depende enormemente doutros factores como a proximidade cultural, étnica, relixiosa, etc...

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-"Dende o lugar máis reducido do mundo, calquer home pode contempla-la inmensa grandeza do firmamento" - Vicente Risco, de Séneca


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